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Fisioterapia pós-operatória de cirurgia plástica: como funciona

A fisioterapia pós-operatória de cirurgia plástica é um acompanhamento individualizado que considera a cirurgia realizada, as condições dos tecidos e as necessidades da paciente durante a recuperação.

Depois de uma lipoaspiração, abdominoplastia, cirurgia das mamas ou cirurgia facial, surgem dúvidas sobre o movimento, o inchaço e o cuidado com a região operada. Ter um plano organizado ajuda a entender o que pode ser feito em cada etapa.

Esse cuidado começa pela avaliação. A escolha das técnicas e a frequência das sessões precisam respeitar as orientações do cirurgião e a evolução de cada pessoa.

O que é a fisioterapia no pós-operatório?

É o cuidado fisioterapêutico voltado às necessidades que aparecem após a cirurgia. No atendimento, são observados aspectos como conforto, mobilidade, condição da pele, sensibilidade e evolução dos tecidos cicatriciais.

A proposta é estabelecer objetivos possíveis para aquela fase. Uma paciente recém-operada e outra que apresenta uma cicatriz antiga com restrição de movimento não precisam necessariamente do mesmo plano.

Em quais cirurgias o acompanhamento pode ser considerado?

A avaliação pode fazer parte do planejamento de recuperação de cirurgias plásticas estéticas e reparadoras. Entre os procedimentos estão lipoaspiração, abdominoplastia, mastopexia, redução mamária e cirurgias faciais.

A indicação depende do caso. A região operada, a técnica cirúrgica, as cirurgias associadas e as recomendações da equipe responsável influenciam o acompanhamento.

Quais recursos podem compor o tratamento?

O plano pode incluir terapia manual, drenagem linfática, orientações de exercícios, cuidado com tecidos cicatriciais, laser e taping, quando houver indicação. Esses recursos não são uma lista obrigatória para todas as pacientes.

Também faz parte do atendimento esclarecer dúvidas sobre as atividades do dia a dia. Para conversar melhor com a profissional, vale anotar o que incomoda, quais movimentos são difíceis e quando cada alteração começou.

Fisioterapia e drenagem linfática são a mesma coisa?

Não. A drenagem linfática é uma técnica que pode integrar o atendimento. A avaliação fisioterapêutica é mais ampla e considera as necessidades funcionais e os recursos adequados a cada fase.

Quando começar e quantas sessões são necessárias?

Não existe um dia de início nem um número de sessões que sirva para todas as cirurgias. O planejamento deve ser combinado com a equipe responsável e ajustado à evolução da paciente.

Se você ainda vai operar, pode conversar sobre o acompanhamento antes do procedimento. Se a cirurgia já aconteceu, leve à avaliação as orientações recebidas, a data da operação e as informações sobre intercorrências.

Cuidados que continuam importantes durante a recuperação

A American Society of Plastic Surgeons orienta que a recuperação da lipoaspiração siga instruções específicas sobre curativos, medicamentos, compressão e retorno às atividades. Evitar esforços e atrito nas incisões durante a cicatrização também faz parte desse cuidado. Consulte a orientação da ASPS.

Não altere por conta própria medicamentos, curativos ou o uso da cinta. As dúvidas sobre essas condutas devem ser esclarecidas com a equipe que acompanha a cirurgia. O atendimento fisioterapêutico precisa estar alinhado a essas recomendações.

Avaliação em Alphaville e Jundiaí

Denise Alves de Oliveira é fisioterapeuta, formada em 2009 e com atuação em pós-operatório desde 2010. Possui pós-graduação em Fisioterapia Dermato Funcional e atende em Alphaville, Barueri, e Jundiaí.

Para conversar sobre o acompanhamento, informe qual cirurgia realizou ou pretende realizar e a cidade de interesse. A avaliação é o ponto de partida para organizar um plano compatível com sua recuperação.

Perguntas frequentes

A fisioterapia é igual para todas as cirurgias?

Não. O plano considera o procedimento, a região operada, a fase da recuperação e os achados da avaliação.

Posso agendar antes de operar?

Sim. A conversa prévia permite esclarecer como será organizado o acompanhamento e quais informações levar à avaliação.

A fisioterapia substitui o retorno com o cirurgião?

Não. O acompanhamento fisioterapêutico deve estar alinhado aos retornos e às recomendações da equipe cirúrgica.

Converse sobre sua recuperação

Atendimento em Alphaville, Barueri, e Jundiaí. Fale com Denise para saber mais sobre a avaliação fisioterapêutica.

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Fontes consultadas

Denise Alves

Denise Alves de Oliveira
Fisioterapeuta · CREFITO 3/146876-F

Formada em 2009, com pós-graduação em Fisioterapia Dermato Funcional e atuação em pós-operatório desde 2010.

Conteúdo informativo. A conduta depende de avaliação individual e das orientações da equipe responsável pela cirurgia.

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